DigioSoft

ERP sob medida para pequenas e médias empresas

O ERP de prateleira resolve o começo. Quando a empresa passa a pagar por módulos que não usa e a manter planilhas para o que o sistema não faz, um ERP no formato da operação costuma se pagar rápido.

Sinais de que o ERP atual ficou pequeno

  • A planilha virou o sistema de verdade

    O ERP guarda os dados, mas é na planilha que a equipe decide — porque é lá que cabe a regra que o ERP não tem.

  • Customização cara ou impossível

    Cada ajuste depende do fornecedor, custa caro e demora. Quando sai, é do jeito que o sistema permite, não do jeito que vocês precisam.

  • Módulos pagos que ninguém abre

    A mensalidade cresce com funções genéricas, enquanto a parte específica do seu negócio continua fora do sistema.

O que um ERP sob medida pode reunir

Só entra o que a sua operação usa. Os blocos mais comuns:

  • Estoque

    Entradas, saídas e baixa automática a cada venda, com alerta antes de faltar.

  • Financeiro

    Contas a pagar e a receber, recebimentos por forma de pagamento e conferência de caixa.

  • Vendas e pedidos

    Do pedido ao faturamento no mesmo fluxo, sem redigitar nada entre setores.

  • Relatórios e indicadores

    Os números que a diretoria usa, calculados a partir do que a operação registra — não montados à mão.

  • Permissões por função

    Cada pessoa vê e faz só o que o cargo dela exige.

  • Trilha de auditoria

    Quem alterou o quê e quando, para as ações que mexem com dinheiro.

ERP sob medida ou ERP de prateleira

Os dois têm lugar. A escolha depende de quanto o seu processo é específico — e de quanto ele já custa em retrabalho.

CritérioERP de prateleiraERP sob medida
Tempo para começarRápido: é contratar e configurarExige descoberta e desenvolvimento
Investimento inicialMenorMaior
Aderência ao processoO processo se adapta ao sistemaO sistema segue o processo
MódulosPacote fechado, com funções sobrandoSó o que a operação usa
EvoluçãoDepende do roteiro do fornecedorEvolui quando o negócio muda
PropriedadeLicença de usoCódigo próprio, da empresa

Implantação sem parar a empresa

  1. Começar por um módulo

    O ponto de maior retrabalho sai primeiro. O resto da operação segue como está.

  2. Migrar os dados

    O histórico da planilha ou do ERP antigo vem junto — a migração faz parte da implantação.

  3. Treinar a equipe

    A virada acontece com a gente do lado, com quem vai usar o sistema no dia a dia.

  4. Evoluir em ciclos curtos

    Os próximos módulos entram em entregas visíveis, sem uma grande virada de uma vez.

Em produção

Os blocos de um ERP, já em produção

O DigioDelivery é um sistema de gestão vertical para gastronomia que a DigioSoft desenvolveu e mantém. Não é um ERP genérico, mas é feito dos mesmos blocos:

  • Estoque com baixa automática a cada pedido e devolução no cancelamento
  • Caixa com abertura, sangria, suprimento e conferência do valor contado
  • Dashboard gerencial e relatório financeiro por período
  • Permissões por cargo e trilha de auditoria para estornos e fechamentos
Ver o case DigioDelivery

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva para desenvolver um ERP sob medida?
Depende do escopo — e definir esse escopo é justamente o que a proposta faz. O projeto avança em ciclos curtos, com entregas visíveis desde o início, então a empresa não espera meses para usar a primeira parte.
Dá para começar só por um módulo?
Dá, e costuma ser o melhor caminho: começa pelo ponto que mais trava a operação, integrado ao que já existe, e os próximos módulos entram depois.
O que acontece com os dados do sistema atual?
A migração de dados faz parte da implantação. O histórico vem para o sistema novo antes da virada.
Orçamento sem compromisso

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